domingo, 31 de julho de 2011

Lixo no lixo - praia no capricho

Em se tratando de praia o lixo doméstico é tema recorrente, pois mexe e remexe e o problema não se resolve.  A letargia do poder publico em solucionar o problema faz com os moradores de forma isolada procurem alternativas para armazenar seus residuos e que nem sempre é a mais adequada ou indicada.
A conseqüência  deste ato acaba sendo observado nna quantidade  lixo esparramado  por todas as ruas da praia, deixando o ambiente completamente desfigurado quando contratado com  a beleza da praia.  
A prefeitura de Porto Alegre, que também convivia  como omesmo problema,  recentemente inaugurou  um novo sistema para armazenar o lixo dos moradores. Tratasse de um sistema de coleta em que são usados contêiner de plásticos com capacidade de acondicionar até quinhentos quilos de residuos orgânicos.  A prefeitura disponibiliza e instala os coletores nas ruas e de tempo em tempo são recolhidos e substituídos.  O programa fez tanto sucesso que a prefeitura esta expandindo o novo  sistema de armazenamento para todos os bairros da cidade. 
Se a idéia é boa porque não copiar o modelo e implantar aqui nas praias.  
Com toda certeza  o sistema  humanizaria o armazenamento do lixo que hoje é realizado a beira das estradas sem critério e sem  a mínima segurança, tornando-se quase sempre um  problema de saúde publica.
Nós moradores do Campo Bom, preocupados com esta situação, sugerimos as autoridades publicas do município que  conheçam  este sistema  de armazenamento que é considerado pela crítica como prático, seguro e higiênico que  adaptem a idéia  e estenda o beneficio para as nossas praias.  O meio ambiente agradece.

Volpato

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Cupim - uma praga de dificil controle

Se você esta apavorada com a presença incomoda dos cupins que insistem em devorar sua casa, não se desespere, você não é a única a ser agredida e tão pouca a ultima a assistir a ação cruel destes insetos sem poder reagir.
A pergunta que não se cala é: Porque estes visitantes tão odiado adoram habitar principalmente as casas de praias?
Primeiro porque são insetos originários de região de clima quente e de áreas subtropicais que é o nosso caso. Segundo, porque as casas de praias são refúgios perfeitos, ou seja, elas ficam em media oito meses por ano fechadas propiciando dentro do ambiente, condições ótimas de temperatura e umidade para a reprodução e sobrevivência da especie. Nestes locais preferidos eles se instalam e constituem suas colônias em telhados, batentes, esquadrias, móveis, assoalho, janelas, portas e diversas outras peças de madeira.
Ao penetrarem eles constroem inúmeras galerias dentro da madeira, por onde circulam livremente e produzem pequenos grânulos ovalados (fezes), que são acumulados em uma câmara próxima à superfície da madeira e que, de tempos em tempos, são descarregados para fora da peça atacada, como forma de limpeza das galerias.
Os cupins são insetos que trazem grandes prejuízos ao patrimônio, O pior é que, quando percebemos sua presença a destruição já vai longe e a perda do móvel ou da estrutura de madeira já esta totalmente comprometida, inclusive colocando em risco a própria vida.
Além de madeiras os cupins também atacam livros, papeis, papelão e tudo que tenha composição celulósica.
Os cupins provoca normalmente duas reações. A primeira é quando você constata oficialmente sua presença, ai bate o desespero o pânico. A segunda é a sensação de impotência diante do inimigo, ou seja como resolver o problema e combater o mal que assola e corrói silenciosamente nosso patrimônio!
Muitas são as receitas sugeridas pelo público ameaçado. Uma com um grau de eficacia bom outras tantas duvidosas e outras ainda de cunho místico.
Dentro deste universo, também gostaria de sugerir algumas medidas para prevenir e controlar os “bichinhos” e que se bem conduzidas podem dar bom resultados. Assim para prevenir deve-se:
Evitar o acúmulo de madeiras, livros, caixas de papelão aglomerados e tudo que tenha derivados de madeira, em locais úmidos e que tenham pouca luminosidade.
Averiguar e monitorar sempre batentes, rodapés, armários,  forros e estruturas de madeiras em geral para detectar com a maior antecedência possível os sintomas.
Em casas e comércios sempre usar para acondicionamento de mercadorias, livros e papéis em estantes metálicas.
Manter sempre limpos e bem arejados locais onde são guardados os objetos que não são mais usados.
Usar sempre madeiras que são mais duras e que tenham em sua composição resinas anti- cupins como, peroba rosa, jacaranda, pau ferro, braúna, sucupira e copaíba.
Deixar livros, caixas e moveis afastados das paredes, em locais secos e com bastante luminosidade.

Para controlar a praga quando ela já encontra-se presente no ambiente, a sugestão é:
sempre que possível passar vernizes na madeira que em sua composição possuam fungicidas orgânicos e ou sintéticos;
usar cupinicidas que e tenham ação residual por longo período;
Usar inseticidas cupinicidas sintéticos domissanitários tais como, Penetrol, pentox, formiguil, Formilix, etc, que tem se mostrados bastante eficientes.
Para quem prefere produtos caseiros a sugestão para controlar e eliminar o cupim é misturar meio litro (1/2) de óleo diesel queimado com 1 litro de querosene e passar a solução com pincel em móveis, rodapés e armários, estrutura de telhado e tudo que tiverem composição de madeira. Isso evitará a presença de cupins e em alguns caso eliminado por completo em virtude do efeito positivo do residual do óleo queimado.
Outra forma, que eu diria  eficiente seria contratar serviços especializado para fazer uma descupinização. Este método é realizado através do injetamento de cupinicida nas galerias para erradicação das colônias e posterior pulverização na parte externa para prevenção de novos focos.

Osmar Volpato

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Você sabe o que é plantas bioativas?

 As plantas bioativas são consideradas aquelas que possuem alguma ação sobre outros seres vivos e cujo efeito pode se manifestar tanto pela sua presença em um ambiente quanto pelo uso direto de substâncias delas extraídas, desde que mediante uma intenção ou consciência humana deste efeito. Dentro deste conceito, enquadram-se as plantas medicinais, aromáticas, condimentares, inseticidas, repelentes, tóxicas e inclusive as de cunho místico religioso. Podemos destacar como alimento funcional os grupos das frutas, legumes, verduras, cereais, peixes de água fria e leite fermentado,

Independente do conceito é importante saber que todos os alimentos funcionais são vistos como promotores de saúde e podem estar relacionados à redução de riscos a certas doenças. É importante ter clareza que o seu consumo, por si só, não garante a boa saúde, mas eles podem melhorar substancialmente, a saúde e o nosso bem estar quando incorporados na nossa dieta diária.
As plantas ou alimentos funcionais são estudados através de uma ciência chamada nutracêutica que descobriu os compostos bioativos nos alimentos, ou seja, os elementos que são capazes de atuar diretamente na prevenção  e no tratamento de doenças .Em sua grande maioria, os compostos bioativos estão distribuídos entre as frutas, legumes, verduras, cereais, peixes de água fria, leite fermentado, dentre outros.
Indicações de plantas biotativas para algumas enfermidades
Gripe_ algodoeiro, alho, assa-peixe, carqueja, erva-cidreira, guaiaco, limoeiro, manjero, marapuama, sabugueiro
Infecções das vias aéreas superiores_ acônito, actaea, alho, benjoin, cajueiro, cebola, eucalipto, framboeseira, gengibre, jamelão, malva, mil-folhas, poejo, saião, cirtopódio, tanchagem-maior, tanchagem-menor, tília, violeta
Tosse_ erva-doce, gervão, guaco, lobélia, pata-de-vaca, poejo, umbaúba, violeta .
Rouquidão_ gervão
Sinusite_ buchinha-do-norte
Laringite_sabugueiro Doenças bucais_alfavaca, guaco, malva
Aftas_cajueiro
Gengivite_Arnica
Dor de dente_alho, hamamélis, jaborandi, tanchagem-maior
Inflamações orais_endro, carqueja, malva, margaridinha, mulungú, picão, ratânia, romãzeira, sálvia
Halitose_alfavaca, erva-doce, funcho, malva
Calvície_alecrim, alfavaca, arnica, arruda, babosa, bardana, cebola, jaborandi, marapuama, pimentão, quina
Doenças vasculares periféricas_centella asiática, ginseng
Abcesso de pele_cirtopódio, erva
Acne_mastruço
Dermatites_guaco, sabina
Doenças de pele_agrião, alcachofra, alcaçuz, amor
Verrugas_celidônia, sabina, saião, túia
Inflamações da pele_confrei
Micoses_guaco
Picadas de insetos_aveia, calêndula, cebola, saião, sálvia
Piodermites_cebola
Psoríase_copaíba, mil
Herpes simples_amor
Erisipela_babosa, erva
Escabiose (sarna)_bardana
Calos_celidônia, saião
Cicatrizações_agrião, angelicó, babosa, calêndula, camomila, carqueja, centella asiática, cirtopódio, confrei, copaíba, erva
Contusões_alecrim, arnica, boldo, calêndula, castanheiro
Ferimentos_saião, barbatimão, baicurú, gervão, grindélia, licopódio, licopódio, loureiro, mastruço, mil
Queimaduras_calêndula, sabugueiro, saião, urucuzeiro
Inflamação ocular_cinerária, endro, salsa
Conjuntivites_cinerária, eufrásia
Glaucoma_jaborandi
Dor ocular_cinerária, eufrásia
Otite externa_algodoeiro
Úlceras varicosas_cavalinha, sálvia
Varizes_abútua , arnica, arruda, castanheiro
Soluço_endro.

sábado, 16 de julho de 2011

Turismo, um compromisso de todos

Não é nem um exagero dizer que o município de Jaguaruna, apresenta um grande diferencial em relação a outras cidades, em razão de contar, dentro do seu território, com 39 quilometro de orla marítima. São dezenas de balneários com praias de ótima balneabilidade e com uma estrutura que, mesmo longe de ser a ideal, vem atendendo os moradores e veranistas.
No entanto, com esta imensidão de mar e praia, aliado a uma exuberante e singular paisagem formada por restinga , lagos, dunas, sambaqui e outras o município explora muito timidamente o turismo. O turismo é um setor estratégico e deve ser tratado como prioritário para o nossa Cidade. Mesmo sendo um turismo de sol e mar, tem um enorme potencial de expansão para a  economia local. Pode e deve ser o motor de desenvolvimento sustentável, de emprego e de coesão econômica e social. Para que isso tudo aconteça com a velocidade que desejamos é necessário que as autoridades comecem a tratar este segmento com um pouco mais de profissionalismo, de forma a tornar este setor mais competitivos e atraente aos turista e investidores.
Assim como o poder publico, é necessário também um esforço conjunto da sociedade para popularizar e democratizar esta importante atividade econômica, lembrando que num quadro mais geral de sustentabilidade econômica, a estruturação do turismo para as nossas regiões deve estar alicerçada na redução do consumo dos recursos naturais, na racionalização da exploração, no desenvolvimento de novas áreas de oferta turística, na integração econômica e na estadualização do turismo.
Um dos fatores positivo que oferecemos em maior ou menor grau, é verdade,  é a hospitalidade do povo da região,  em especial de Jaguaruna, para  com seus vistantes. A qualidade do acolhimento, a simpatia e a afabilidade do nosso povo são atributos destacados pelos nossos turistas e que julgo deve ser aprimorado diuturnamente.
É hora do poder publico em parceria com os empresários da região serem mais pró-ativos, ousarem,  serem diferentes e inovadores, ou seja, é hora de patrocinar uma campanha publicitaria de marketing de forma a promover, motivar e atrair pessoas e turistas a investirem nos balneários do município.  Sabemos que a concorrência neste segmento é acirrada. Prova disso é a mobilização que se observa em outros municípios litorâneos da região sul, no sentido de desenvolver estrategias para atrair pessoas para investirem em seus balneários.
Não esqueçam, navegar é preciso investir na qualidade do turismo, também. Qualificar e difundir a marca de Jaguaruna deve ser, para a comunidade e órgãos que trabalham com o turismo, prioridade de todas as horas, sempre respeitando os quatros requisitos básicos da sustentabilidade territorial  que é ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito.

Osmar Volpato

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Audiência pública discute solução para os terrenos de marinha

A audiência publica promovido pela câmara de vereadores de Jaguaruna tem por objetivo esclarecer a população sobre a situação atual dos terrenos de marinha. De acordo com os vereadores o município, que tem uma forte vocação turística, esta desde dezembro de 2010 sem emitir um alvará de autorização para novas construções. Esta situação tem prejudicado sobre maneira o município que pede uma solução rápida para que volte a investir nos balneários.

Localização dos Balneários de Jaguaruna

De dois clic na imagem para melhorar a visualização

Terreno de Marinha - muitas controvérsias

Muitos leitores do blog tem solicitado mais informações sobre os tais terrenos de marinha.  É importante salientar que, apesar de estar devidamente regularizado pelas autoridades federais através de normas, existe no país um movimento em âmbito nacional para que se proceda mudanças nos regulamentos atuais, de forma a assegurar aos proprietarios destes imoveis  o titulo definitivo dos referidos terrenos.
Os terrenos de marinha têm seus antecedentes, historicamente, nos costumes portugueses com o início da colonização e, espacialmente, nas terras baixas e alagadiças das beiras de mar e das margens dos rios e lagunas sujeitas as influências das marés (Leivas, 1977). Como se sabe, a posse do território brasileiro pela Coroa Portuguesa deu-se a partir de 22 de abril de 1500, fato este atestado pela carta de Pero Vaz de Caminha, Escrivão da frota marítima portuguesa Capitaneada por Pedro Álvares Cabral. Todavia, foi somente em 18 de novembro de 1811 criado no Brasil Colônia, por Ordem Régia, o instituto jurídico dos terrenos de marinha e seus acrescidos, sob a denominação de “MARINHAS”, determinando que: “tudo o que toca a água do mar e acresce sobre ela é da Coroa, na forma da Ordenação do Reino”; e que “da linha d`água para dentro sempre são reservadas 15 braças ou 33 metros pela borda do mar para serviço público” (Oliveira, 1966, p.42). Entretanto, a “linha d`água” ou a “borda do mar” tomadas como referência nas demarcações das “marinhas”, como eram denominadas tais parcelas ou faixas imobiliárias, foram alteradas na época do Brasil Império, em 14 de novembro de 1832, pelo artigo 4º das Instruções do Ministério da Fazenda, ficando estabelecido que: “são terrenos de marinha todos os que, banhados pelas águas do mar, vão até a distância de 33 metros para a parte da terra, contados desde o ponto a que chega o preamar médio de 1831” – grifo nosso - (Oliveira, 1966, p.43).
Os terrenos de marinha e seus acrescidos foram instituídos com a finalidade de “assegurar às populações e à defesa nacional o livre acesso ao mar e às áreas litorâneas” (Leivas, 1977). Dentro deste princípio, estas parcelas imobiliárias são bens dominicais da União, não podendo a sua propriedade pertencer a terceiros, embora o seu domínio útil fosse concedido sob a forma de enfiteuse ou aforamento.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Resolução do CONSEMA - como se enquadrar na norma?

Esta em vigor desde o dia 17 de dezembro de 2010 a resolução n° 11 do CONSEMA - Conselho Estadual do Meio Ambiente, que estabelece a lista de especies exóticas da fauna e flora catarinense, consideradas invasoras, que terão o cultivo ou a criação controlada e/ou erradicada. A referida resolução atinge todos os cidadães que tem um pequeno jardim, quintal, sitio, ou coisa que o valha.
Para que os leitores tenham uma visão clara sobre a força do regulamento aprovado, vamos pegar o exemplo da "maria-sem-vergonha". Esta mesmo que todos conhecem, ou seja, é uma planta largamente cultivada em todos os cantos. Apresenta folhas macias e caule suculento e verde com diversas variedades apresentando flores das mais diversas cores. Então... pela resolução, todas as pessoas que tem esta planta sob seu dominio e tem interesse em continuar cultivando ou quer cultivar, terá que ter um licenciamento da FATMA. Isso porque de acordo a norma esta planta se enquadra na Categoria 2. O cultivo de plantas desta categoria somente será permitida sob condições controladas, estando sujeitas a normas e condições específicas, ou seja somente com licenciamento ambiental.

No link abaixo você terá acesso da resolução na integra.
http://www.sds.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=53&Itemid=46&lang=brazilian_portuguese

Volpato

Praia do Campo Bom - Mar de ressaca


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segunda-feira, 4 de julho de 2011

agricultura alternativa - tema cada vez mais recorrente em nosso meio

Cada vez mais nós consumidor estamos mais  atentos às questões que diz respeito a preservação do meio ambiente e mais cuidadoso com a qualidade da nossa alimentação. As duas atitudes vão ao encontro dos conceitos da agricultura orgânica, natural, biodinâmica, ecológica ou biológica .Você que é adepto ou simpatizante de uma destas correntes de agricultura alternativa  baseada na ciência espiritual da antroposofia, ou participa de  discussões sobre novas tendências sustentáveis de produção agrícola, chamadas de agricultura sustentável que se caracterizam por serem ecologicamente correta, economicamente viável, socialmente justa e adaptável, deve visitar o site abaixo.

domingo, 3 de julho de 2011

A Dilma é presidente ou presidenta? Que tal colocarmos um basta neste tema?

A presidenta foi estudanta?

Uma belíssima aula de português.
Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.

A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?

Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná.
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionarem à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha.
Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".
Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação..

sábado, 2 de julho de 2011

Loteamento Seival e Campos Verdes sob judice

Como já sabemos  a praia do Campo Bom é  o maior balneário de Jaguaruna com 9900 metros de orla marítima. O que muita gente, talvez ainda não sabe é que o território do  balneário é composto pelos seguintes loteamentos: Campos Verdes, Campo Bom, Montreal, Catarinense, Albatroz, Navio Gravataí e Copa 70. 
O objetivo de apresentar a vocês os loteamentos que compõem o balneario é informar que existem um imbróglio jurídico entre os loteamentos Campos Verdes e um outro denominado Seival.  Este último devidamente registrado  sob o n° 35.811 em 30 de abril do ano de 1956, ou seja 30 anos antes que o loteamento Campos Verdes.
De acordo com relatos dos moradores, existem sobreposição de lotes entre os dois loteamento, ou seja cada lote pode ter  mais de um proprietário.
O alerta que faço é que, ante de adquirir seu terreno nestes loteamentos, procure a prefeitura, cartório, etc e verifique a legalidade do imóvel ou viabilidade para construção.
Não compre gato por lebre.  Se alguém tiver outras informações a respeito do tema, comente.  A proposito nosso objetivo é informar para que não caia em contos de fatas;
Maiores informações poderá ser obtida no Link abaixo. É só clicar.

Osmar Volpato


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Segurança alimentar - uma questão de cidadania

Em se tratando de ingestão de alimentos, todo o cuidado é pouco.  Deve, em qualquer circunstancia, levar em consideração o principio da precaução. Este Princípio afirma que a ausência da certeza científica formal, a existência de um risco de um dano sério ou irreversível, requer a implementação de medidas que possam prever este dano. Devemos sempre  levar em consideração  a ideia de vulnerabilidade do consumidor, segundo a qual, este é, na maioria  das vezes o elo mais fraco no contrato de consumo. É o consumidor final que fica a merce muitas vezes de pessoas ou empresas que não tem nenhum compromisso ou responsabilidade sanitária daquilo que se submete a produzir e comercializar.
Por isso é fundamental que, além do consumidor procurar estar sempre antenado com esta questões de segurança alimentar, a presença do estado que tem o papel  e a prerrogativa do poder normatizador e fiscalizador, é fundamental para poder proporcionar maior segurança ao consumidor final.

O link abaixo traz uma materia publicada pela INICAMP  onde retrata bem esta aquestão. Para acessar é só clicar.
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/junho2011/ju499_pag2.php

terça-feira, 28 de junho de 2011

O papel do vereador na sociedade

Estamos habituados a escolher a cada quatro anos membros da sociedade para nos representar na Câmara Municipal. Esse é um ato que deve ser muito bem pensado pelo cidadão para que o mesmo faça uma escolha acertada. Antes de tomar essa decisão o eleitor deve ter consciência dos deveres deste legislador em uma sociedade.
O vereador é designado a buscar as preocupações coletivas, e propor leis de proteção em benefício da sociedade, fazendo com que as mazelas sociais não sejam tão perceptíveis e dolorosas para quem as sente no dia – a – dia.
Fiscalizar, denunciar, propor leis. Todos esses são papeis de um bom vereador, que devem ser lembrados pelo eleitor na hora de escolher quem vai representar você, diante do executivo, e de fiscalizar a empregabilidade de recursos visando à melhora de um povo.
O artigo 29 da Constituição Federal inciso VIII dizem que o vereador é inviolável no exercício da vereança por suas opiniões, palavras e votos na circunscrição do município. Por isto, deve exercer o seu mandato com independência e desassombro, já que a nossa Constituição lhes dá garantia.
O vereador não deve ter medo de criticar o Poder Executivo e os seus membros, desde que tenha razões e prove as acusações. Não existe, nesse caso, o risco dele ser processado por calúnia, injúria ou difamação, já que está protegido pela Constituição Federal.
O vereador age e fala pelo povo que representa, não podendo ser cerceado na sua atividade parlamentar, senão exclusivamente por restrições expressas no ordenamento jurídico. Caso o vereador prevaricar (não cumprir o seu papel como fiscal do povo), como lhes é atribuída pelas Constituições federal, estadual, pela Lei Organica do Municipio e pela Lei de Responsabilidade Fiscal, poderá ser denunciado ao ministério público, e punidos por não terem fiscalizados os atos do do Executivo que resultam na gerencia dos dinheiros e interesses do povo, podendo até perder o seu mandato. O vereador é um empregado do povo, o subsídio que recebe é pago pela sociedade através dos impostos.
O vereador deve estar atento se os atos da administração municipal obedecem aos ditames da lei. É pra isto que ele recebe o subsidio, para ter tempo necessário pra fazer a defesa dos interesses da sociedade. É obrigação dele ter noções básicas sobre a Câmara de vereadores e suas atribuições, conhecer a Lei Orgânica do Município e o Regimento Interno da Câmara. Legislar é a primeira e mais importante das funções que lhes são delegadas pela Constituição, todas as leis do município deverão ser discutidas, votadas, emendadas e, se for o caso, aprovadas ou rejeitadas pelos vereadores.
Os vereadores devem conhecer os mecanismos que regem o processo legislativo. Sem a aprovação do legislativo nenhuma lei municipal vigorará e nem o Executivo municipal poderá firmar convênios com qualquer esfera de governo, seja federal, estadual ou municipal. O Executivo fica, assim, impossibilitado de receber recursos dessas entidades. É através da legislação municipal, aprovada pelos vereadores, que o chefe do executivo governa.
O vereador não pode construir nenhuma obra, ele pode através de indicações, requerimentos e moções solicitar providências ao prefeito para realização de obras necessárias para melhoria das condições de vida da população.
Vereador vem do verbo verear, isto é, zelar pelo sossego e bem estar dos munícipes. É ele, também que cuida dos interesses do município.
Existem três tipos de Vereador:
Variador – É aquele que vive variando de um lado pra outro;
Viriador – É aquele que vive preso na virilha do prefeito;
Vereador – É aquele que cumpre com dignidade o mandato que lhe foi conferido pelo povo DEMOCRATICAMENTE !!!
Será que o vereador do seu Município e que você votou está cumprindo com o seu verdadeiro papel?
OLHO VIVO PIRAMBU ! ACORDA !
fonte: http://tribunadapraia.webnode.pt/

Pescaria no parcel do Campo Bom

O Capt.Walter conta que em agosto de 2010 ele e os amigos  amigos Sr Ilmar, Sr. Paulo, Marcos e Wilians foram até o parcel do Campo Bom para uma pescaria.

Relata ele que sairam as 07;40 do Yath Clube de Laguna, para uma pescaria na Lage do Campo Bom.  "O dia estava muito especial calmaria do vento sul, mar calmo, força dagua boa, tudo certo, logo na chegada o Wilians já conseguiu engatar uma bela garoupa, na pesca vertical com jigs, e ai começou a festa, era só baixar o jig, dar duas ou três trabalhadas e o olhete ou garoupa entrava com tudo e a catraca do saltiga já cantava, Pescaria muito boa, foram embarcados 19 olhetes e 11 garoupas."
A Lancha era uma com  29 pés UB. preparada para pesca em mar aberto.
Para conferir esta e outras tantas pescarias de sucesso ali bem pertinho da praia do campo bom, a exatos 5km de distancia, é so clicar no link abaixo.
http://www.carapirafloripa.com.br/pesca-em-florianopolis/pescarias-recentes.asp

Volpato

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Laje de Campo Bom: A Casa dos Olhetes e Garoupas

O estado de Santa Catarina possui o litoral com os melhores pesqueiros da região Sul do país. No inverno grandes cardumes de anchovas, bicudas e olhetes frequentam as regiões com ilhas, parcéis, lajes, naufrágios e cascalhos, com destaque para São Francisco do Sul, Barra do Sul, Camboriú, Florianópolis, Itapirubá, Laguna, Jaguaruna, entre outras cidades. Nesses locais também são capturadas grandes garoupas. Jaguaruna a cerca de 50 km ao sul de Laguna está se despontando como um excelente pesqueiro dos grandes predadores do mar.
O melhor local para pesca em Jaguaruna está no balneário Campo Bom, que possui  900 metros de orla marítima. A história deste balneário é outro ponto de destaque. Em suas águas já ocorreram vários naufrágios  causados principalmente por um traiçoeiro parcel (laje de pedra em auto mar). Localizada a 10 Km da costa, esta laje é conhecida como a pedra do Campo Bom. Neste local, naufragaram embarcações como o navio Rio Pardo, de Giuseppe Garibaldi. Após o naufrágio, ocorrido, em 15 de julho de 1839, Garibaldi e sua tripulação nadaram até a praia e caminharam até o local que hoje é conhecido como
balneário Camacho. Ali tomaram outra embarcação, o Seival, no qual navegaram entrando pela barra do Camacho e indo até Laguna. Lá surpreenderam e derrotaram as forças imperiais, que os esperavam pelo mar, ocasionando o feito conhecido como a Tomada de Laguna. Também merece destaque o naufrágio neste mesmo local, do vapor de guerra Pernambucana, em 1853; o navio alemão Sieglind, em 1893; e o cargueiro Gravataí, em 1972. A grande estrutura do parcel Campo Bom, com suas várias pedras e naufrágios, forma um dos melhores pesqueiros dos gigantes olhetes e garoupas do Sul do Brasil. Para aproveitar o grande potencial de pesca da região, a Carapira Floripa Pesca Esportiva adquiriu uma lanha Fly Fishing 29’ com dois motores 175hp que fica sediada em Laguna. De acordo com o capitão Walter Oliveira, guia profissional de pesca da Carapira Floripa, a pessoa que experimenta a pescaria do olhete pela primeira vez se apaixona, pois o peixe parece um torpedo pela sua força e velocidade.  Em pescaria recente Waltinho e seus amigos Dante, Ari, Silvinho e Janaina pegaram muitos olhetes acima de 10 kg e belas garoupas. “Após percorrermos os pontos (waypoints), conseguimos encontrar um grande cardume de olhetões. Era abaixar  jumping jig e começar a trabalhar para o peixão engatar. A partir daí, era emocionante ver o amigo suando para dominar o bichão, pois quando fisgado, o olhete
mergulha a toda força para o fundo a procura de estruturas para se livrar. O pescador tem que ser determinado e paciente para vencer a batalha”, comenta Waltinho. Segundo o guia, para encontrar o olhete, é muito importante o auxílio de um sonar (fishfinder) para  localizar cardumes e posicionar a embarcação em cima dos parcéis e estruturas. O barco deve ficar sempre com a proa em direção a força d´água. “Na pescaria de olhete com  jummping jig, é mais indicado o uso de molinete, que tem que ser resistente, pois ele consegue fazer a isca descer ao fundo e subir mais rapidamente que a carretilha. O olhete não resiste a um jumping jig que passe em sua frente em alta velocidade”, ensina.
Fonte: pescadinamica.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Batizada de Rodovia SC-100, a licença ambiental da Interpraias é liberada

O documento estava em tramitação no Instituito Chico Mendes há 18 meses.
A licença ambiental para a pavimentação da SC-100, a Rodovia Interpraias, no trecho de Laguna, foi liberada ontem pelo Instituto Chico Mendes. O aval do órgão era a única pendência para que a obra saia do papel. Com isso em mãos, basta apenas o estado realmente incluir a obra no BID 5.
A questão da licença ambiental tramitava há mais de 18 meses. O projeto de pavimentação do trecho que liga a balsa de Laguna ao balneário Camacho, em Jaguaruna, e um ramal para o Farol de Santa Marta, está pronto desde 2005.
De toda a extensão da Interpraias (a obra é dividida por lotes - veja detalhes no quadro), apenas uma parte do trecho de Jaguaruna está quase finalizada. Trata-se da estrada do Camacho, cuja obra iniciou em 2004. O trecho de Laguna tem aproximadamente 19 quilômetros e está orçado em R$ 19 milhões.
Os outros trechos da Interpraias, conforme já afirmou o presidente da SC Parcerias, Ivo Carminati, não serão feitos pelo estado. O “problema” é quanto aos recursos. Conforme anunciou Carminati, a obra somente será executada caso seja privatizada. Ou seja: o estado pretende entregar a rodovia para a iniciativa privada, que pavimentará os trechos restantes e depois irá explorar, com pedágios, por exemplo.

A Interpraias

Detalhes do trecho de Laguna
 O trecho de Laguna da SC-100, a Interpraias, possui pouco mais de 19 quilômetros. A pavimentação está orçada em R$ 19 milhões.
Deste montante, R$ 18,6 milhões serão financiados pelo BID 5. O restante (R$ 400 mil) será uma contrapartida do governo do estado.
A inclusão do trecho no BID 5 foi aprovada pela assembleia legislativa no ano passado. O projeto de pavimentação está pronto desde 2005.

O projeto da Interpraias
Extensão: 138,9 quilômetros (ligará Passo de Torres a Laguna).
Investimento total previsto: R$ 198 milhões.
Lote 1: de Passo de Torres até a SC-485, em Sombrio.
Lote 2: de Sombrio até a SC-449, em Balneário Arroio do Silva.
Lote 3: de Arroio do Silva até a rodovia SC-444, na localidade de Pedreiras, em Içara.
Lote 4: de Pedreiras, Içara, até o balneário Arroio Corrente, em Jaguaruna.
Lote 5: do balneário Arroio Corrente, em Jaguaruna, até a ponta da barra, em Laguna.
fonte: Jornal Notisul

Interpraias já! Região do sul volta discutir e apoiar a iniciativa da construção da rodovia

Movimento iniciado a pelo menos 20 anos resurge com força do meio politico e com o apoio da sociedade.  Este é o movimento que o Sul realiza para a construção da rodovia entre Passo de Torres e Laguna. Ao todo, são 150 quilômetros de pista projetada para a interligação do litoral. A projeção é para um investimento R$ 200 milhões. Para a captação deste montante, duas opções são trabalhadas. Uma alternativa é com o Governo Estadual e Federal. A outra ocorre através da iniciativa privada e concessão de pedágio.
O consenso é que a Interpraias seja uma alternativa a rodovia federal. "Temos que buscar recursos no Ministério do Turismo e também no Dnit. A BR-101 não pode ser a única opção para o tráfego nacional", destaca o deputado federal Ronaldo Benedet. "Estou nesta luta há 28 anos. Neste tempo, apenas 20 quilômetros já iniciaram. Ou seja, ainda há 130 quilômetros pela frente”, detalha o deputado estadual Manoel Mota.
Para o presidente da Câmara Municipal de Içara, Darlan Carpes, "é preciso fazer com que este movimento não morra na praia". O vereador da cidade foi uma das lideranças que na manhã desta sexta-feira, dia 3, esteve a Plataforma da Zona Norte do Rincão para ampliar a mobilização. O encontro foi criado numa parceria do deputado Manoel Mota com a Prefeitura da cidade. E, teve a participação de prefeitos do Sul do estado, além de lideranças políticas regionais, entre elas, o deputado estadual Adilor Guglielmi e o secretário de Desenvolvimento Regional, Walter Tiscoski.
O mesmo evento já ocorreu em Passo de Torres, Balneário Gaivota, Arroio do Silva e Morro dos Conventos. E, deverá ocorrer nas próximas sextas-feiras também em Jaguaruna e Laguna. Além disso, o assunto será pauta de um fórum parlamentar catarinense e também deverá ser tratado em fórum federal pela finalização da duplicação da BR-101. “Até então estávamos focados na duplicação da BR-101. Agora, vamos encabeçar esta nova obra. É preciso unir forças", conclui Manoel.

fonte: Canal Içara