sábado, 27 de abril de 2019

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Já pensou em morar na praia?

Estudos comprovam que os ambientes naturais que proporcionam contato do homem com a água, como é o caso da praia, têm efeitos positivos sobre a saúde e o bem-estar das pessoas.
O litoral é reconhecidamente um lugar de descanso e diversão, mas pode ser também um excelente local para fixar moradia permanente.
Descubra como a qualidade de vida muda na praia e entenda quais são as razões para você considerar morar no litoral.
1. Alimentação
A qualidade de vida na praia inclui uma mudança significativa na alimentação. Morando no litoral é possível ter acesso mais fácil a peixes e frutos do mar frescos, o que significa um aumento na ingestão de gordura poli-insaturada, devido ao consumo de Ômega 3 in natura.
Além disso, o calor e o clima praiano são convites para o consumo de alimentos mais refrescantes, como frutas e saladas, favorecendo também a hidratação mais frequente.

2. Exercícios
Exercícios fazem parte da qualidade de vida na praia. No litoral, há possibilidade de dedicação maior aos esportes, com diversas modalidades possíveis para a prática no mar, na areia e na orla, como alongamento, yôga, caminhada, corrida, ciclismo, surf e natação, por exemplo.
Além disso, boa parte do litoral oferece trilhas e dunas com níveis de dificuldade para pessoas com ou sem condicionamento para uma boa caminhada.
A atividade física, de forma geral, melhora o nosso metabolismo, a nossa disposição e a qualidade do nosso sono também. E existem estudos que comprovam que os exercícios melhoram a memória, a capacidade de concentração e a aprendizagem, estimulando o nascimento de neurônios.
A praia é um ótimo lugar para a prática de atividades ao ar livre.

3. Relaxamento
Ouvir o som e ver o movimento das ondas, com seu volume e frequência harmônica em intervalos regulares, tem um efeito calmante sobre o ser humano, diminuindo significativamente nossos níveis de Cortisol, hormônio do estresse.

4. Humor
Na praia, naturalmente, usamos menos roupas. Até mesmo para as atividades no cotidiano, é mais frequente o uso de chinelos, bermudas e camisetas sem mangas. Isso significa uma exposição cotidiana maior à luz do sol, que resulta em obtenção de Vitamina D. Ela é essencial para o fortalecimento dos ossos, através da absorção do cálcio no organismo, e também contribui para a regulação dos hormônios e o controle do nosso humor.

5. Lazer
Boa parte da qualidade de vida na praia está relacionada ao intenso convívio com a natureza. Contemplar paisagens naturais, tomar banho de mar, ver e ouvir com frequência animais que não são comuns na região urbana, como pássaros, peixes, estrela do mar e outras espécies marinhas, são atividades que passam a fazer parte do lazer. Na praia, o cotidiano é lazer e o lazer vira cotidiano.

6. Qualidade de vida na praia traz saúde
Por estimular uma melhor alimentação, a prática de atividades físicas, o relaxamento físico e mental, um sono com mais qualidade, um melhor estado de humor e o contato com a natureza, a qualidade de vida na praia resulta em um ganho enorme de saúde.

Morar no litoral é uma escolha sábia em qualquer época da vida, pois, atualmente, as os balonearios ja oferecem infraestrutura de serviços em saúde, educação e conveniências para o dia a dia. Casais, famílias jovens e aposentados podem se beneficiar muito da vida na praia.
A qualidade de vida na praia é consequência de vários fatores, mas se baseia principalmente em um estilo de vida mais natural e saudável, trazendo diversos benefícios para a saúde física e mental, contribuindo para uma vida mais plena e feliz.
http://www.talencoreformas.com.br

domingo, 21 de abril de 2019

22 de abril - dia da terra - Uma data para reflexão

Quais de nossas ações impactam positiva/negativamente ao planeta? O que devemos fazer para amenizar as mudanças climáticas da Terra? Como podemos nos desenvolver e sermos sustentáveis ao mesmo tempo?
O Dia da Terra serve para refletirmos sobre o impacto de nossas ações, discutirmos mudanças e melhorias nos mais variados assuntos que envolvam esse tema e, acima de tudo, nos conscientizarmos da nossa importância na contribuição para manter o nosso planeta saudável e sustentável. A responsabilidade coletiva para promover com a natureza e a Terra e alcançar um equilíbrio entre economia, desenvolvimento, sociedade e ambiente é de todos nós. 
O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa.
www.teraambiental.com.br

ALGUNS CUIDADOS COM A CASA DE PRAIA NO INVERNO

Quem tem a alegria de ter uma casa de praia também tem preocupações a mais na vida! Mas nada que prejudique o prazer de ter uma casa para curtir bons momentos no verão.

Em primeiro lugar, se não deu uma boa faxina no término do verão, faça isso o mais rápido possível. Não esqueça de deixar a geladeira muito bem limpa, o freezer vazio e sem gelo e  as lixeiras limpas! Como a casa pode ficar  muito  tempo fechada procure: a) Deixar os registros de água fechados e abrir todas as torneiras, até escoar toda água dos canos; b) tampar todos os ralos; c) Cobrir a bacia do vaso sanitário com plástico filme – isso evita que a água do vaso evapore; d)  Desligar todos os aparelhos inclusive a bomba dágua; e) Fechar a entrada de gás; g) Aplique inseticida nos rodapés e embaixo da pia.
2) Deixe colchões na vertical, tapetes pendurados e os armários abertos. Acessórios de cozinha devem ser guardados bem secos.
3) Deixe o mínimo de roupa de cama na casa e mantenha-as livres de odores desagradáveis e mofo armazenando-as em embalagens de tecido sintético (não de algodão).
4) Deixe o mínimo de alimentos e somente os não perecíveis em recipientes bem fechados
5) Caso tenha caseiros, peça que abram de tempos em tempos as janelas e portas quando houver sol.
Fonte:www.simplesdecoracao.com.br

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Um pouco da História de Jaguaruna

O PRIMEIRO habitante do Município de Jaguaruna foi o Coronel Luiz Francisco Pereira, que, em 1867, para lá se dirigiu com sua família, a fim de receber a concessão de sesmaria, como primeiro habitante da região, uma vez que, as terras do município de Palhoça, de onde procedia, eram pouco férteis o que o incentivou a deslocar-se. 

Em 1869, chegaram Joaquim Marques, Francisco Rebelo e Manoel Marques, atraídos, também, pela fertilidade das terras. 
A exuberância das terras fez com que os colonizadores a denominassem de Campo Bom. Não tardou, foi substituído pelo atual Jaguaruna, em virtude do aparecimento de um jaguar preto onde hoje é a sede municipal. 
Os primeiros exploradores encontraram índios esparsos, misteriosamente desaparecidos nos primeiros anos. 
Em 1875, foi construído o primeiro templo católico, sendo o Padre José Ferreira Guedes, o primeiro Vigário da Paróquia. 
Em 1880, Jaguaruna foi elevada à Freguesia. Em 1883, foi extinta para, um ano mais tarde, tornar novamente aquela categoria, porém com parte de seu território desmembrado, e integrado no de Tubarão. 
Formação Administrativa: 
Freguesia criada com a denominação de Jaguaruna, por lei provincial nº 877, de 05-03­1880, subordinado ao município de Laguna. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Jaguaruna, por decreto estadual nº 38, de 06-01-1891, desmembrado de Laguna. Sede na vila de Jaguaruna. Constituído de distrito sede, Instalado em 02-05-1891. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de distrito sede. Por lei estadual nº 1451, de 30-08-1923, o município foi extinto, sendo seu território anexado ao município de Laguna. Elevado novamente à categoria de município com denominação de Jaguaruna, pelo decreto estadual nº 25, de 11-12-1930, desmembrado de Laguna. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de distrito sede. Em divisão territorial datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município de Jaguaruna aparece com 2 distritos: Jaguaruna e Vinte e Quatro de Outubro. Pelo decreto-lei estadual nº 86, de 31-03-1938, o distrito de Vinte e Quatro de Outubro passou Sangão. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Jaguaruna e Sangão. Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Jaguaruna e Sangão. Pela lei estadual nº 8552, 30-03-1992, desmembra de Jaguaruna o distrito de Sangão. 
Elevado à categoria de município. 
Em divisão territorial datada de I-VI-1995, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.

Fonte IBGE

Interpraias municipal: integração entre os balneários de Jaguaruna


O objetivo e a missão é viabilizar a Integração de  todo o litoral de Jaguaruna, sonho esse que começa ser construído. Esse deve ser  um  compromisso de todos.
Com objetivo de proporcionar o desenvolvimento de um turismo integrado entre os balneários em toda a orla, a proposta defende a ligação de uma rodovia intermunicipal.

A ideia que vem sendo discutida entre alguns empresários, quer dar ênfase para a importância de união das potencialidades do litoral em Jaguaruna. Roderval Alves, membro da Associação dos Balneários de Jaguaruna (ABJ), destaca a importância desta integração por meio de uma ligação pavimentada. "Não estamos aqui falando da rodovia interpraias, isto é outra coisa, da qual nós também fizemos parte", explica Roderval, que ainda continua. "A interpraias municipal será um trajeto garantindo um elo entre os balneários, com o mínimo de estrutura, não necessariamente ser asfaltado - que bom que fosse - mas para que o turista que vem desfrutar de nossas belezas, possa passear em toda a orla de Jaguaruna sem sair dela", ressalta.

Roderval ainda argumenta que hoje, com as condições de trafegabilidade entre um balneário e outro, o visitante ou turista que vem para o Balneário Campo Bom, por exemplo, sabe que para se deslocar até o Balneário Arroio Corrente vai enfrentar um trecho de estrada de chão batido, nada convidativo a trafegar. "Horas é a poeira, horas é a lama, então o visitante acaba não aderindo em aproveitar os 37 quilômetros de nossa orla e, desta forma, acaba não permanecendo por muito tempo em nossos balneários, tomando outros rumos. Está na hora de começarmos a pensar diferente, na verdade este trajeto já existe, precisamos de uma pavimentação que ofereça o mínimo de conforto para não perdermos este turista", observa.


A pauta já foi debatida no estúdio do Folha Regional Web TV no Programa A Cidade que Queremos. O vereador Sérgio Bitencourt participou do programa e ficou de defender um projeto no Legislativo. "Sou defensor desta ideia, pois isto vai proporcionar melhores condições para o desenvolvimento do turismo em nosso litoral", pontua. Como a proposta é de interesse de todos, a ideia é que o trajeto definido para a ligação dos balneários seja realizado um traçado e mesmo que tenha uma pavimentação com investimentos privados, obedeça um padrão. "Isto está ao nosso alcance e pode ser feito já incluindo calçadas e ciclovias, pensando numa mobilidade adequada", finaliza Roderval.
fonte: http://www.folharegionalwebtv.com/geral/interpraias-municipal-integra

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Os benefícios do banho de mar para a saúde

A água do mar tem muitos componentes que trazem relaxamento ao corpo, tiram dores e reenergizam. Não é à toa a crença de que um banho de mar pode "descarregar" energias negativas. Além das propriedades da água, a quebra das ondas no corpo promove uma drenagem linfática e ainda estimula a pele e a circulação.

A água marinha é composta por mais de 80 elementos químicos. Alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição — por isso é considerada energizante. A massagem que as ondas fazem no corpo estimula a circulação sanguínea periférica, e isso provoca aumento da oxigenação das células.

Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e antissépticas

domingo, 7 de abril de 2019

Os efeitos do mar sobre o seu cérebro

O mar é saudável de qualquer ponto de vista. Quando o ser humano tem a oportunidade de apreciar extensões infinitas, ocorrem mudanças na sua percepção, no seu estado emocional, e essas mudanças se potencializam quando esse espaço infinito tem um movimento cadenciado. Por isso, algumas pessoas ficam contemplando o mar por muito tempo.

O cérebro é dotado de uma propriedade conhecida como plasticidade. Isto tem a ver com o fato de que tudo o que experimentamos produz uma mudança em sua arquitetura, seja em maior ou menor grau. Por exemplo, a meditação e contemplar o mar são algumas das experiências que provocam uma poderosa mudança no nosso estado mental.
Não é por acaso que tantos poetas do mundo têm dedicado seus versos ao mar. Essa massa gigantesca de água cria grandes emoções e a percepção do seu movimento pode ter uma ressonância muito poderosa no nosso sistema nervoso. Então, vamos mergulhar em alguns dos seus efeitos.

1. O mar aumenta a criatividade
Já está comprovado que os ambientes sobrecarregados de estímulos simultâneos geram muito estresse. É o que acontece, por exemplo, quando caminhamos por uma enorme avenida da cidade, com muitos carros, muitas pessoas, muitas construções… O nosso olhar encontra centenas de estímulos ao mesmo tempo e nos sentimos oprimidos.
Com o mar acontece exatamente o contrário. É uma grande extensão de água, onde alguns elementos se destacam: as ondas, as aves marinhas e talvez algum barco. Cada elemento é totalmente identificável. Diante disso, o cérebro reage imaginando e criando. Esse ambiente tranquilo nos permite gastar uma boa parte dos nossos recursos para gerar ideias inovadoras, enquanto em lugares mais estimulantes teríamos que dividir a nossa atenção.

2. O mar facilita a meditação
O mar provoca uma experiência que envolve quase todos os nossos sentidos. Ele tem um som suave e ritmado que captamos através do ouvido. Ao mesmo tempo, as cores azuis ou verdes do oceano são tons que acalmam a mente. O mar também atinge o olfato, com o seu sabor mineral e de vida.

Todo esse conjunto aumenta as ondas alfa no cérebro. Estas ondas são características do sono, mas neste caso, elas aparecem durante a vigília porque fixamos a atenção em um foco fixo e pouco variável. Este é o mesmo estado cerebral conseguido através da meditação, e tem o poder de nos ajudar a eliminar os elementos tóxicos da mente.

3. O mar ajuda a relaxar e reduz a ansiedade
Este talvez seja o efeito mais visível do mar no cérebro. A cor, o movimento e a extensão do mar têm um efeito de relaxamento sobre o cérebro e o sistema nervoso. Temos diante dos nossos olhos um espaço completamente aberto, que se funde com o infinito do céu e promove uma sensação de tranquilidade.
Instintivamente, o mar calmo gera confiança. Isto porque ele é uma extensão plana, onde não existem lugares “escondidos”. Nosso cérebro o identifica como uma ausência de ameaças e, por isso, elimina as vozes de alerta. O resultado é o relaxamento do sistema nervoso. Além disso, algo dentro de nós sabe, biologicamente, que viemos de lá. Que a água gera a vida. De alguma forma, nos sentimos em um ambiente “familiar” e protetor.

4. O mar interrompe a ruminação dos pensamentos
A ruminação dos pensamentos corresponde a pensar de forma obsessiva em um mesmo assunto. Você tem em mente algo que não consegue esquecer, não consegue encontrar uma nova solução e sempre volta ao ponto de partida. São as mesmas perguntas, as mesmas respostas, as mesmas inquietações.

O mar nos ajuda a interromper esses ciclos prejudiciais de pensamentos que se assemelham a uma rua sem saída. Ele é um espaço que tem pouca relação com os nossos ambientes do cotidiano, não há muitas referências que podem nos lembrar das nossas rotinas. Esta é uma ruptura que contribui para afastar as ideias obsessivas, que tantas vezes nos perseguem no dia a dia.
5. O mar tem um efeito relativamente hipnótico
A simples contemplação do mar nos ajuda a entrar em um novo estado de espírito. Como dissemos anteriormente, ele estimula a produção de ondas alfa. Ao mesmo tempo, a partir do ponto de vista emocional, exerce uma grande atração sobre nós e isto nos leva a relativizar o tempo. Por isso, podemos ficar longos períodos olhando o oceano sem perceber o tempo passar.
O mar é definitivamente uma das maravilhas da natureza. Ele nos leva a experimentar um momento transcendental e, ao mesmo tempo, renovador. É equivalente a uma terapia pelos seus efeitos extraordinários sobre o cérebro. É, sem dúvida, um dos melhores lugares para irmos quando a inquietação nos invade, já que em suas águas podemos nos livrar das preocupações.

 fonte:https://amenteemaravilhosa.com.br

quarta-feira, 3 de abril de 2019

O que é maresia?

É aquela névoa fina e úmida que às vezes paira sobre as cidades do litoral, flutuando ao longo da costa. Esse spray é formado por bilhões e bilhões de gotículas de água do mar, que sobem ao ar toda vez que uma onda arrebenta na praia. O problema é que as gotículas não são de água pura. Afinal, o oceano é um caldo com um pouco de tudo dentro, principalmente sais. Por causa deles, a maresia enferruja carros, emperra portões e racha vigas de concreto. Como isso acontece? Para que qualquer coisa enferruje, é preciso que átomos de ferro se unam ao oxigênio do ar, em uma reação conhecida como oxidação. Esse casamento só ocorre quando alguma substância cria um caminho para que os elétrons dos átomos de ferro se liguem aos de oxigênio. No caso da ferrugem convencional, a água pura faz muito bem esse papel – a diferença é que, na praia, as gotinhas são turbinadas com sais, que ajudam a transportar os elétrons com muito mais facilidade, acelerando o processo de corrosão.
Outro inconveniente da maresia é a própria água. A umidade, aliada às temperaturas mais altas das regiões litorâneas, favorece o crescimento de mofo nas casas,  Mas a dor de cabeça não pára por aí: como as gotículas também são carregadas de partículas de sujeira, como argila, material orgânico decomposto e seres microscópicos, o spray úmido pode criar uma crosta difícil de limpar em janelas, óculos e pára-brisas.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Morar perto do mar ou na praia é um sonho mas tem que conviver com a maresia

Morar perto do mar é o sonho de mutos, porem ser vizinho do oceano é um desafio e tanto.  Com toda a certeza deste mundo, viver diante do mar é um privilégio, mas nem tudo são flores. O grande  problemas é a maresia  e os danos causados pela salinidade nos móveis, imoveis, objetos  e eletrodomésticos. Saiba como proteger sua casa com algumas dicas. A maresia, invariavelmente, causa danos às edificações, além de corroer móveis e eletrodomésticos. Mas alguns cuidados podem minimizar os prejuízos.
Entender seu funcionamento é o primeiro passo para um convívio harmonioso com esta força da natureza. Bem didático, o engenheiro e professor de oceanografia da UERJ, David Man Wai Zee, explica que é mais ou menos como o efeito de um spray.
Em função da agitação do mar, uma grande quantidade de gotículas de água salgada se levanta e é empurrada em direção ao continente pelos ventos. Quando isso acontece com mais intensidade, pode ser visto até a olho nu, no formato de uma névoa esbranquiçada que paira sobre a região litorânea.

Efeito da maresia nos:
Móveis
Para prevenir danos em peças feitas de madeira, sempre aplique nelas óleos de peroba e lustra-móveis. Outro segredo simples e eficaz é limpar as superfícies com frequência, removendo os resíduos de sal deixados pela maresia. Já no caso dos móveis de fórmica utilize limpadores multiusos.
Janelas
As peça fabricadas em metal são as que mais sofrem com a ação da maresia. Para evitar a ferrugem, prefira aço inoxidável ou alumínio. Aplicar três demãos de verniz ou filme de poliuretano, que adere como uma segunda pele à superfície e não deixa a umidade passar, também é uma alternativa. Nas dobradiças das portas, use uma vez por semana spray de óleo para proteger os mecanismos de metal e evitar que a peça fique rangendo.
Portões
As áreas de ferro expostas ou com pintura descascada podem enferrujar e emperrar. Para evitar isso, pinte portões e grades com revestimentos antioxidantes, os quais impedem o contato do ferro com água e os sais da maresia.
Piso de madeira
Nos locais em que a exposição à maresia e ao sol é mais prolongada, aplique verniz naval.
Vidro, plástico e acrílico
Janelas, tampos de mesa e luminárias suportam bem ao sol, ao vento e ao calor. Estantes com portas de qualquer um desses materiais protegem os aparelhos eletrônicos.
Tecidos
Prefira revestir os móveis com tecidos à base de poliéster. Eles são os mais indicados para sofás e poltronas, porque resistem à umidade e não mofam. Nas janelas, as cortinas do tipo blecaute conseguem barrar não apenas o sol mas também a maresia.
Paredes externas
Como o concreto é poroso, as gotículas cheias de sais penetram no material e enferrujam as estruturas metálicas internas, fazendo-as aumentar de tamanho, concreto não suporta esse crescimento e começa a rachar. O melhor é pintar as paredes com produtos impermeabilizantes, que evitam a penetração dos sais.
Paredes internas
No interior das casas, as gotículas da maresia aumentam os níveis de umidade. O ar molhado e as altas temperaturas do litoral ajudam também no aumento de fungos e bolores. A melhor alternativa para prevenir esse problema é usar tintas especiais com fungicidas na fórmula, vendidas em lojas de materiais de construção. Elas têm substâncias capazes de acabar de uma vez com a infestação.
Computador
A maresia é um problema sério para o computador. “Para prevenir danos, não o deixe em locais com  muita circulação de ar e sempre utilize a capa de proteção específica para PC quando ele estiver desligado.  Se o computador já estiver com oxidação, é preciso limpar a placa-mãe (parte do computador que armazena o chip). Mas isso só pode ser feito por um técnico.
Eletrodomésticos
Se a geladeira ou o fogão está muito oxidado, mas o motor ainda funciona bem, o ideal é levar o eletrodoméstico a algum profissional que trabalhe com manutenção de pintura desses equipamentos. “Ele lixará toda a crosta de oxidação, passará uma nova camada de massa plástica e, por fim, pintará. Para pequenos pontinhos de oxidação, a dica é: com uma lixa fina, própria para ferro, lixe bem o pedacinho oxidado. Depois, passe um esmalte de unha (na cor do eletrodoméstico, claro!) na parte lixada. “O esmalte o protege, impedindo que a oxidação se espalhe. Contudo, é uma solução temporária, até que se proceda a reforma definitiva.